Médico Investigado – O caso envolve um oftalmologista acusado de contratar detetives para monitorar e intimidar uma servidora da vigilância sanitária de Rio Verde (GO).
Quem é o médico investigado
O Médico investigado foi identificado como João Paulo Peloso Reis e Passos, oftalmologista com atuação em procedimentos como tratamento de glaucoma e cirurgia de catarata. Segundo reportagens locais, as investigações apontam que ele teria contratado investigadores particulares para pressionar uma servidora da vigilância sanitária de Rio Verde (GO).
Fontes locais informam detalhes preliminares sobre o histórico profissional e a atuação do médico nas regiões atendidas.
Como teria ocorrido a ameaça
De acordo com investigações, os detetives contratados acompanharam a rotina da servidora e de seus familiares por cerca de três dias, monitorando deslocamentos relacionados a escola, trabalho e residência. Além da vigilância presencial, foram criados perfis falsos em redes sociais para enviar mensagens de intimidação à servidora e a parentes.
As apurações policiais apontam que os detetives teriam recebido aproximadamente R$ 7.000 pelo serviço de intimidação, segundo relatos publicados.
Ação policial e prisão
A prisão do suspeito ocorreu na manhã de 18 de novembro de 2025, em desdobramento da Operação Retidão, conduzida pelo Grupo Especial de Investigação Criminal (GEIC) da Polícia Civil de Goiás (PCGO). Foram cumpridos mandados de busca e apreensão na residência e no veículo do investigado, além de decreto de prisão preventiva.
Durante as buscas, as autoridades teriam apreendido armas de fogo. O médico investigado responde a investigações pelos crimes de coação no curso do processo e ameaça, cujas penas podem chegar a até quatro anos e meio.
Contexto e repercussão
Segundo as autoridades, a finalidade das ações atribuídas ao suspeito seria fazer com que a servidora desistisse da fiscalização, o que caracteriza tentativa de obstrução à atuação fiscalizatória do poder público. O episódio levantou debates sobre a segurança e independência de agentes públicos responsáveis por inspeções sanitárias.
Até a última atualização das reportagens citadas, não havia manifestação pública da defesa do investigado nem notas oficiais do Conselho Regional de Medicina local ou da vigilância sanitária municipal.















