Investigadores Privados — processo nº 0162047-17.2016.8.06.0001 tramitou no Tribunal de Justiça do Ceará (TJCE) e envolveu investigação relacionada a detetives particulares em Fortaleza. O caso terminou com absolvição dos investigados por insuficiência de provas.
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Processo criminal contra investigadores particulares
O procedimento teve início em 2016 após investigação envolvendo suspeitas de crimes como estelionato, falsidade ideológica, usurpação de função pública e associação criminosa. Durante as diligências realizadas na época, houve apreensão de distintivos, carteiras funcionais, certificados e outros materiais relacionados à atividade investigativa privada.
Entre os nomes citados no processo estavam Antônio Emerson Bezerra Barros e Willian Braga Magalhães Lima.
A instrução processual não teria apresentado elementos suficientes para comprovação dos crimes investigados. Também houve manifestação favorável do Ministério Público à absolvição ao final do processo.
Posteriormente, foi registrado o procedimento nº 0033437-16.2025.8.06.0001, relacionado ao pedido de restituição de objetos apreendidos vinculados ao processo principal.
A juíza Cristiane Maria Martins Pinto de Faria deferiu o pedido de restituição formulado por Willian Braga Magalhães Lima, determinando a devolução dos objetos apreendidos mediante termo formal de entrega.
A decisão também determinou a suspensão da destruição dos materiais que estavam sob guarda do Depósito Público. Após o cumprimento das providências judiciais, o procedimento foi arquivado definitivamente em fevereiro de 2026.
“Enfrentei anos de batalha judicial até a absolvição por insuficiência de provas. Após esse período, parte dos materiais apreendidos foi devolvida já deteriorada pelo tempo.” — Willian Braga.
“Transformei anos de dificuldades pessoais e profissionais em luta pelo reconhecimento dos Investigadores Profissionais no Ceará, contribuindo para leis estaduais e municipais, homenagens na Assembleia Legislativa e novos projetos em defesa da categoria. Deus seja louvado.” — Antônio Emerson Bezerra Barros.















