Acredita-se que uma série de endereços na cidade de São Paulo estejam ligados a empresas que segundo a polícia constitui um esquema de lavagem de dinheiro, cujos detalhes são revelados no acordo de patrocínio do Corinthians.
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Investigação de lavagem de dinheiro
Em janeiro, a VaideBet assinou acordo com o Corinthians, no valor de 360 milhões de reais distribuídos em três anos. No final de maio, o clube recebeu 66 milhões de reais em 50 pagamentos diferentes.
Porém, a VaideBet rompeu o contrato ao descobrir para onde foi parar parte do dinheiro pago pelo clube como comissão à agência que ajudou a fechar o negócio.
Empresa de fachada
Em março, o Corinthians realizou depósitos de R$ 700 mil para Rede Social Media Design. O proprietário é Alex Fernando André, mais conhecido como Alex Cassundé.
Detetive particular
Em depoimento, Adriana Ramuni, proprietária do carro. Ela contou que há dois meses foi contratada pela empresa privada de investigação Vênus para comprovar se uma certa “Edna” sabia da empresa Neoway, e até mesmo se assinou documentos para a constituição da empresa.
O proprietário da agência de detetives é Felipe de Lacerda Ferreira. A polícia tem indícios que a empresa foi contratado por Armando Mendonça, um dos vice-presidentes do Corinthians.
Com informações G1 veja a matéria completa em Espionagem e detetives particulares: veja detalhes da investigação de lavagem de dinheiro no patrocínio do Corinthians















